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Escolas Protetoras da Vida, num contexto de Comunidade Protetora da
Vida, possuem:
1.
Infra-estrutura
baseada em parcerias e colaborações, administrada por um grupo de
professores, alunos, equipe técnica e pais que seja responsável pela
promoção de segurança em sua escola; o grupo deve ser presidido por um
Conselho Escolar (daqui por diante denominado Comitê Escola Protetora da
Vida) representativo da política de administração da escola, tendo o
Diretor da escola como co-presidente;
2.
Políticas
para uma Escola Protetora da Vida definidas pelo Comitê Escola Protetora
da Vida e pelo Conselho Comunitário num contexto de Comunidade Protetora
da Vida;
3.
Programas escolares operacionais
duradouros e sustentáveis, abrangendo ambos os gêneros e todas as
idades, ambientes e situações;
4.
Programas que objetivem alcançar grupos e ambientes de alto
risco e programas que promovam a segurança para grupos vulneráveis;
5.
Programas que documentem a freqüência e as causas das lesões -
tanto não intencionais (acidentes) como intencionais (violência e
auto-infligidas);
6.
Medidas para avaliar
as políticas, programas e processos da escola e o efeito das mudanças;
7.
Participação continuada na Rede de Escolas Protetoras da Vida – em nível
comunitário, nacional e internacional.
Estes indicadores foram desenvolvidos pelo Movimento Internacional das
Comunidades Protetoras da Vida com o objetivo de transformar o mundo num
lugar melhor para viver, trabalhar e brincar. Por favor, leia mais sobre
nós em
www.phs.ki.se/csp e envie
suas opiniões para aperfeiçoar nosso trabalho para
moa.sundstrom@phs.ki.se ou
leif.svanstrom@phs.ki.se
Especificamente para contato sobre assuntos relacionados às Escolas
Protetoras da Vida:
http://www.intlsafeschools.com
e
mlv@intlsafeschools.com
ou
eschmidt@edc.org,
co-presidentes do Comitê Internacional de Escolas Protetoras da Vida.
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